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A Sorte da Raposa

Partilha de emoções, experiências, reflexões ❤

A Sorte da Raposa

Partilha de emoções, experiências, reflexões ❤

Trovoada à fatia

21.09.22, Dulce Ruano
  A natureza tanto tem de beleza ímpar como de medonha e perigosa, por exemplo, um incêndio, uma inundação, um vulcão, um tremor de terra, ou até um simples cogumelo venenoso ou um bicho que destila veneno para sua defesa, diria até o próprio ser humano. Tudo tem o seu lado maravilhoso e o seu lado assustador. Desde pequena, quando ouvia trovoadas e via relâmpagos observava uma beleza extraordinária, ficava encantada com os fortes estrondos, confesso que por vezes tremia um (...)

A entrega do filho à terra

25.03.22, Dulce Ruano
  Entregar um filho à natureza, o lugar de onde veio, de onde foi gerado, dá-se a transformação, habita e regressa à origem. É o ciclo da vida! Deste ciclo ninguém está imune. A lei está bem definida e a nossa infinidade perante tamanha grandeza de realidade é, à proporção, contrária. Se dúvidas não há que da natureza vimos e para lá regressamos, o que nos causa estranheza é o tempo que duramos por vezes ser tão pouco e obstante o significado de pouco tempo ser (...)

Coisas boas atraem outras iguais

06.02.21, Dulce Ruano
  Desde pequena que ouvia dizer pensamentos bons atraem coisas boas e quando se tem no pensamento maus agouros ou ruindades a vida lá se encarrega de dar aquilo que se pensa. Senti na pele ambas as situações e quando percebi  que era preferível sentir coisas boas ao invés das más não foi nada dificil tomar decisões, claro está que o prazer de sentir que a nossa vida pode ser mais feliz com bons pensamentos porque depois atraímos coisas boas, nada nem ninguém nos convecerá do (...)

Tanto e Tanto

04.05.20, Dulce Ruano
Nos meus primeiros dez anos de vida vivi na quinta dos meus avós. Distante da Aldeia, a uns 3 Kms onde estudava na escola primária, ia todos os dias a pé e levava comida para todo o dia, se bem que pelos intervalos derretia-me ir ao café da Ti Maria pedir pastilhas Gorila, dizia que a minha avó logo pagava, depois esquecia-me de lhe dizer e a Ti Maria quando a encontrava dizia-lhe “Ó Sra. Maria olhe que a sua neta tem lá uma dívida de pastilhas” que vergonha, e tantos (...)